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A história da Associação Comercial e Industrial de Guimarães advém obrigatoriamente dos desafios que ao longo dos seus 135 anos de existência lhe foram colocados. Com efeito, falar do currículo de uma vetusta instituição como esta, passa por falar na evolução da actividade económica local, regional, nacional e internacional.

A lógica da acção de uma associação empresarial passa pelo “ir de encontro” aos anseios, necessidades e desejos de toda uma classe empresarial que se pretende coesa e dignificada.

Com este objectivo, a ACIG foi fundada, numa primeira fase para responder às questões directamente relacionadas com a actividade comercial que na época tornavam premente uma união de esforços para a criação de uma estrutura que desse uma voz activa à classe.

Com o decorrer dos anos o âmbito de intervenção foi-se alargando, diversificando, conferindo maior qualidade e abrangência à prestação de serviços que efectivamente foi sendo praticada no terreno.

Podemos falar então de uma acção crescente e contínua na colmatação de lacunas por um lado e de uma introdução de factores inovadores e competitivos por outro que, conjuntamente serviram a causa associativa – a defesa intransigente da classe empresarial do concelho de Guimarães.

Conclui-se então que, a Missão da ACIG tem passado pela procura constante de mais e melhor formação e informação para os seus associados, no sentido de reforçar a capacidade competitiva empresarial.

Deste modo, a ACIG tem vindo a prestar um apoio directo e efectivo aos empresários vimaranenses que, têm demonstrado um dinamismo e uma vitalidade dignas de referência, através da participação em projectos de investimento, acções de formação, seminários, sessões de esclarecimento, exposições, campanhas de dinamização, etc.

Podemos pois congratularmo-nos de estarmos sediados numa área de grande dinamismo, onde as palavras modernização e qualidade se consideram como objectivos a atingir.

Assim, e face aos diversos condicionalismos expostos, esta instituição deverá pautar a sua acção futura numa estratégia concertada em que a prestação de serviços directos aos empresários terá de ser célere, objectiva, diversificada e eficaz.

Efectivamente, vivemos numa sociedade em constante transformação, onde a concorrência se apresenta feroz e as técnicas se actualizam ao segundo. Ao toque de uma simples tecla, conseguimos chegar a qualquer parte do globo: comunicar com qualquer pessoa, comprar qualquer produto, entrar em qualquer instituição, aceder a qualquer produto financeiro, etc.

Esta realidade remete os empresários para uma procura constante em termos de modernização quer de tecnologias, equipamentos, meios de produção, gestão, etc., o que requer, necessariamente um apoio externo, ao nível empresarial.

As associações empresariais, cada vez mais, devem possuir uma estrutura física, humana e tecnológica capaz de responder aos desafios que se colocam nos campos mais diversificados de acção.

Porém, esta estrutura interna não é suficiente dado que, cada vez mais a cooperação se assume como uma verdadeira chave de sucesso empresarial, tendo o chavão “o segredo é a alma do negócio” tendência a desaparecer, dando origem a uma era em que a palavra de ordem é “parceria e cooperação”.

Com efeito, o trabalhar em conjunto, conjugando sinergias, leva a uma potenciação e maximização, tanto quantitativa como qualitativa dos recursos utilizados, atingindo-se, muito mais rapidamente e com um grau de satisfação muito superior, os objectivos pretendidos.

No que concerne a estratégia da ACIG, também ela se sustenta na cooperação quer a nível empresarial, institucional, associativo, etc., tentando acompanhar o espírito subjacente ao QCA III, onde as parcerias estão presentes nos diversos âmbitos.

Deste modo e através de um know-how adquirido pela experiência acumulada, nomeadamente através de uma participação activa no âmbito do QCA II, no qual esta associação demonstrou possuir potencialidades ímpares no desenvolvimento de actividades variadas, conforme referido anteriormente, a Associação Comercial e Industrial de Guimarães possui uma estratégia delineada no que concerne a sua actuação.

Esta actuação passa obrigatoriamente pelo reforço de programas que se encontram em fase de análise (Rede de Informação – SIPIE), em fase de implementação (URBCOM, PROMINHO) ou em fase de consolidação (Formação Profissional).

Em traços gerais, a actuação nestes programas visa o reforço e a dignificação da classe empresarial da região, através de um conjunto de serviços capazes de dotar as estruturas produtivas de meios capazes de as tornar verdadeiramente competitivas.

Se atentarmos a cada um destes projectos, verificamos que no seu cômputo geral, abrangem um leque variado de iniciativas, direccionadas para todos as actividades económicas dos sectores secundário e terciário.

De referir a título de exemplo, o Programa PROMINHO – Programa Regional de Intervenção na Competitividade onde existem vectores de orientação em áreas tão diversificadas como a qualidade, design, gestão, ambiente, sociedade de informação, comércio electrónico, prevenção alimentar, internacionalização entre outros e, onde se preconiza uma interacção constante com parceiros locais, regionais, nacionais e internacionais.

Em suma, a Missão da ACIG será uma implementação objectiva e concisa do princípio-base que tem norteado a sua actuação nas últimas décadas: o desenvolvimento da classe empresarial através de uma postura de dignificação e promoção da região.

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